- Preciso de experiência prévia em debate?
- Não é necessária qualquer experiência. O programa parte do princípio de que cada pessoa já tem anos de conversas e opiniões próprias. Os formadores começam pelo básico e avançam ao ritmo do grupo, sem pressupor que alguém já tenha estudado argumentação.
- Quanto tempo dura cada aula?
- As aulas são curtas e organizadas em torno de uma única ideia e de um exercício prático. Os horários concretos e a duração de cada sessão combinam-se diretamente consigo através do contacto. Assim, pode confirmar o que melhor se adapta à sua rotina.
- Vou ter de falar à frente de toda a gente?
- Não. A maior parte dos exercícios faz-se em pares ou em grupos muito pequenos, onde é mais fácil sentir-se à vontade. Quem preferir pode apenas ouvir numa fase inicial. Ninguém é obrigado a falar em frente do grupo inteiro.
- Quem são os formadores?
- São três: Helena Sampaio, coordenadora e formadora de debate, Rui Almeida, que orienta a escuta ativa e as conversas difíceis, e Teresa Barreto, que trabalha o raciocínio crítico. Cada um acompanha os módulos da sua área e conhece bem o público adulto.
- Os módulos têm de ser feitos por ordem?
- Não são obrigatoriamente sequenciais, mas há uma ordem que costuma ajudar, começando pelos fundamentos do debate e pela escuta ativa. Pode falar com a equipa sobre o seu ponto de partida. Assim, escolhe o módulo que faz mais sentido primeiro.
- Há exames ou notas no final?
- Não há exames nem notas. O programa não atribui classificações, e o objetivo é que aprenda ao seu ritmo e pratique com segurança. O retorno dos formadores é apenas uma conversa para perceber o que pode melhorar em cada exercício.
- Preciso de levar algum material?
- Basta uma caneta e um caderno para tomar notas, se gostar de escrever. Não é preciso computador nem conhecimentos de tecnologia. Os exemplos e os textos de apoio são fornecidos em papel, com letra grande e linguagem simples.
- Posso tratar de conflitos familiares graves aqui?
- O programa ensina estratégias de conversa para desacordos do dia a dia, mas não é uma terapia nem um serviço de mediação. Se atravessa uma situação familiar muito difícil, o mais adequado é procurar apoio profissional especializado, e os formadores podem orientar nesse sentido.